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Café de barista: 5 diferenciais do café servido por um profissional

Nem só de uma boa xícara de café vive uma cafeteria. As dicas e diferenciais do café de barista na hora de servir o cliente podem surpreender e encantar os apreciadores mais exigentes.

“O que um café de barista tem de diferente?” – essa foi a pergunta que um colega também apreciador de café nos fez numa tarde dessas. Porque, embora em nossa mesa houvesse baristas presentes, a síntese é uma só: extrair o melhor que a bebida pode oferecer.

É como a frase de um chef francês: “Eu gosto é de comida boa!”. E o que faz uma comida ser boa? Existem muitas variáveis para agradar ou não um paladar, inclusive algumas delas fogem à padronização do mercado para seguir uma média de contentamento.

E esse é o encanto! Porque a ousadia e a experimentação cabem ao barista e é dessa forma que ele descobre as nuances e percepções do produto que ainda não foram totalmente exploradas.

Profissão: Barista   

Rapidamente, o nome que se dá ao profissional especialista em café é barista. A origem remete à idade média, quando, nas tavernas, começou-se a delimitar o espaço de trabalho e os clientes com uma barra. Essa barra separava o espaço de manuseio das bebidas e comidas dos comensais. E o bar surgiu daí.

Existe também a lenda de que, na época dos desbravadores do Novo Mundo, os cowboys prendiam seus cavalos numa barra para adentrar aos locais de serviço. Como os locais de comes e bebes eram os mais comuns, tornaram-se bares.

De qualquer forma, os baristas do século XXI têm um campo de atuação muito além dos espaços das cafeterias. Literalmente do grão ao pós-xícara. E esse conhecimento técnico e também de negócios confere uma expertise hoje muito apreciada.

E quais conhecimentos são esses que podemos degustar ao provar um café de barista?

1 – Conhecimento do produto

Algumas pessoas chamam de chatisse aquele grau de exigência com a qualidade das coisas. Mas não é nada disso. Um barista vai sempre primar pela qualidade do produto a ser servido.

Dependendo do lugar, dos grãos e dos produtos à disposição, você pode ser surpreendido com uma xícara cheia de aroma e sabor que fará você viajar pelos campos cafeeiros. Ou receberá uma taça incrementada por um drink delicioso e criativo, cheio de personalidade, que marcará para sempre a sua memória, na mais inusitada mistura de sabores e texturas.

2 – Café é fruta

Muita gente esquece que a bebida café vem do grão torrado e moído de uma planta africana. A maturação da fruta, da cereja do café, é essencial para o tamanho e melhor aproveitamento desse grão.

Se a fruta estiver verde, o grão será muito amargo. Se a fruta já tiver passada, também terá o gosto menos favorecido. O café aprovado por baristas e órgãos de certificação internacional é aquele colhido na maturação correta da fruta. Esse é o café especial ou gourmet.

Os cafés tradicionais, vendidos em larga escala nos supermercados, são aqueles que já passaram do ponto no momento da colheita. Invariavelmente são torrados, moídos e ensacados com outros subprodutos da planta cafeeira até chegarem ao consumidor final.

Leia também: 10 Benefícios do Café para a Saúde

3 – Tipos de grãos

O café de barista também tem uma preocupação de conhecimento do tipo de grão que pode agradar mais ou menos o paladar do cliente, de acordo com a sua personalidade. Como os cafés mais fortes que costumam agradar as pessoas de perfil executivo. Porque são pessoas que estão habituadas a sorver várias xícaras ao longo do dia, para dar aquela carga de energia ao cérebro, pois estão sempre envoltas em números e soluções rápidas.

Ou as pessoas mais criativas, que apreciam moderação e um toque de sofisticação, como os cafés especiais. Algumas vezes com decoração ao latte, para um charme e um sabor diferenciado e suave. Embora os criativos também precisem ativar os neurônios, isso pode ser feito com bom humor e estilo.

E tem também os clássicos. Os apreciadores da bebida que preferem a praticidade e o bom gosto costumam optar pelo grão tradicional, justo, na medida. Nem forte, nem fraco. Com sabor e aroma cativantes.

4 – O ritual de preparo

Assim como a escolha pelo tipo de grão, o café de barista também passa pela forma com que o café é preparado para melhor encantar o cliente. Pode ser que o cliente seja um apreciador da bebida e já tenha em mente a forma com que deseja que sua xícara seja preparada.

Contudo, uma coisa é certa: a melhor opção é moer o grão no momento em que o café será feito, evitando a oxidação e perca de propriedades da bebida. Pois é, o ritual de preparo do café é uma arte!

Porém, cabe ao barista explicar as diferentes formas de extração da bebida e as suas características no momento da apreciação aos seus clientes. Pois, embora a extração possa ser a frio, a bebida continuará quente. Como? O barista explica. E o gosto é tão concentrado quanto um espresso.

Ou ainda há o café turco, cujo pó permanece na xícara durante o tempo em que estiver sendo consumido, uma experiência diferente de aroma e sabor. Uma oportunidade gastronômica para as pessoas com sede de conhecer as coisas do mundo.

Ainda que o preparo amplamente mais consumido pelo Brasil seja de coados. E olha que curioso: há grandes diferenças entre o café coado em casa daquele coado por um barista!

5 – Café de barista coado

E quais seriam essas diferenças entre o café coado em casa x café de barista coado? Começa pela água. Jamais um barista vai permitir que se use água não filtrada para preparar o café.

Primeiro porque a água é um elemento importantíssimo para preservar o sabor original do café. Quanto mais pura e cristalina, melhor a qualidade da bebida servida. Pois a água de torneira, ainda que fervida, retém gosto e elementos químicos que foram incorporados para que chegasse até seu consumo.

O local onde o café será coado é outra preocupação. Pois o filtro influencia na extração do aroma e sabor da bebida, preservando melhor as propriedades.

Ah sim! Para evitar o gostinho de celulose, os filtros de papel devem receber uma primeira dose de água quente antes do pó ser acomodado, para o processo não afetar o sabor. Aliás, outra curiosidade: sabia que o modo de despejar a água quente sobre o pó também interfere?

Ainda há outras singularidades no universo do café que os baristas podem nos ajudar a entender e aproveitar melhor esse líquido maravilhoso. Entretanto, nesse momento, eu só quero mais uma xícara. E você?

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Café de máquina x Café de cápsula

Se você ainda não comprou a sua máquina de café, é provável que tenha dúvidas sobre qual é a melhor opção: café de máquina ou em cápsula? Fizemos uma pesquisa para te ajudar nessa escolha.

Antigamente, havia poucas opções de blends de café, é verdade. Hoje é possível degustar, em praticamente qualquer lugar, um café especial. Desde lanchonetes a restaurantes sofisticados, do salão de beleza à oficina mecânica, e até mesmo em casa. Assim, quando for comprar uma cafeteira, o que é melhor: café de máquina ou café de cápsula?

Bem, para responder a essa pergunta, vale uma avaliação pessoal. Com as opções de blends e formas de consumir o produto, que vai desde a moagem do café na hora até o pó solúvel, verifique o que é mais adequado para o seu dia a dia.

Questão de tempo

De fato, o café em cápsula costuma ser preparado mais rápido. Aliás, você sabe como é o processo de preparo desse tipo de cafeteira? Nós fomos investigar e, de acordo com a Revista Super Interessante, funciona assim:

– Primeiro, a água que fica no reservatório passa por um processo de superaquecimento no bloco térmico. Através do vapor, o calor aciona a agulha que fura a cápsula.

– Em seguida, a quantidade de água que irá coar o café para a preparação da sua bebida seguirá o tanto que você escolheu ao acionar o botão: café curto, médio ou longo.

– Por último, a pressão da água quente é o suficiente para formar um jato e extrair da bebida a crema natural do café.

E pronto, a sua bebida pode ser servida. Dentro da cápsula, o café já vem torrado e moído, envolvido por um filtro. É por isso que, ao furar a embalagem, o pó do café não sai na bebida e nem contamina a agulha o suficiente para interferir no gosto da próxima bebida a ser preparada. Porém, o uso de cápsulas tem gerado algumas discussões.

Afinal, cuidar do meio ambiente é importante


De acordo com a matéria, são geradas 7 mil toneladas de lixo por ano só por conta das cápsulas de café. Ainda que algumas pessoas tenham consciência e façam o descarte correto da embalagem, ou até mesmo as transforme em potinhos de sementes, está longe de ser o suficiente para evitar o estrago.

Desta forma, há pessoas que estão investindo em cápsulas reutilizáveis. O que é bem interessante, afinal a cápsula em si não será descartada, apenas o pó do café utilizado. Porém, o preparo rápido deixa de ser uma vantagem nesse caso.

Café de máquina também é rápido

Aliás, a preparação do café de máquina nem é assim tão demorado, falemos a verdade. Cada dia há novas máquinas, que são tão ágeis quanto às de cápsulas. Em especial aquelas com moedores de grãos embutidos. Uma vez que o processo é integrado, pode-se afirmar que o tempo é mínimo!

Leia também: Shake de café

No entanto, se a sua preferência não passa pela escolha dos grãos, deixando isso por conta dos baristas ou fornecedores de cafés especiais, não tem problemas. Afinal, esse é o serviço deles. Ou até mesmo uma diversão para os coffee lovers que gostam de aprontar em casa, como por exemplo, misturando blends e fazendo experiências com especiarias. O que não é possível em cafeteira de cápsula, não é mesmo?

Higiene da máquina

Com efeito, é importante falarmos da higiene do equipamento. Tanto porque é um produto alimentício, como também um produto pode contaminar o outro em sabor, cor e outros derivados se os utensílios não estiverem limpos adequadamente.

Os fabricantes das cafeteiras de cápsulas afirmam que não é preciso usar constantemente o acessório de limpeza, já que o produto em si tem um percurso restrito. No entanto, quem já tomou chá vindo de uma máquina dessas sabe perfeitamente que não é bem assim.

Já o café de máquina, não corre esse risco de contaminação. Quando a máquina tem o moedor do grão acoplado, não haverá mistura de blend até seu término. Mas, se for uma máquina que usa café em pó, (tipo profissional) dessa que encontramos em cafeterias, saiba que a cada xícara uma nova compactação é feita, de forma que é necessária a limpeza do utensílio um a um, sempre.

E o custo x benefício?

Por mais que tenha se tentado baratear o valor das cápsulas, ainda não é um produto literalmente muito acessível. Na ponta do lápis, o tradicional café em pó sai ganhando. Mas, em segundo lugar está o café em pó especial.

Abra os olhos quando há promoções. Afinal, os fabricantes sempre saem ganhando. Sempre. Então, por mais sedutores que sejam os anúncios de compre “x” cápsulas e ganhe uma máquina, não é bem assim. Vai ser vantajoso para o consumidor na primeira compra, mas, e depois?

Para facilitar esse depois, fizemos as contas para você:

– Cada cápsula custa em média R$ 2,20;

– A cada cafezinho que você tomar em casa, você estará gastando esse valor, ou seja, se você tomar uns 5 cafezinhos ao longo de um único dia, você gastou R$11,00;

– Em um mês, você gastou R$ 330,00 só em café / cápsulas, consumido em casa.

Porém, também fizemos as contas para quem investir nos cafés de máquina:

– Cada dose de café consome 07 gramas e custa em média R$ 0,35 (grãos moídos na hora);

– Ou seja, se você tomar 5 cafezinhos ao longo do dia, você gastou R$ 1,75;

– Em um mês de 30 dias, você gastou R$ 52,50.

Além do seu bolso não ter sido prejudicado, o meio ambiente também não recebeu o descarte de cápsulas e o seu jardim ainda ganhou adubo.

E tem o principal, você não fica “preso” à cápsula do fabricante do equipamento.

Aliás, café como adubo:

Ainda é bacana dizer que café faz bem para a terra. Assim, se você tiver jardim ou horta em casa ou no seu estabelecimento, utilize a borra do café como adubo. Sim! Seja o restinho do café da cápsula, do coador ou do café de máquina, o pó do nosso líquido precioso é rico em nitrogênio, um nutriente essencial para as plantas.

Porém, é bom que seja usado com parcimônia. Afinal, tudo o que é demais prejudica. Especialistas dizem que a melhor forma de usar o café como adubo é misturá-lo numa composteira, evitando que o café crie uma camada na superfície da terra do vaso, bloqueando a germinação de sementes, a absorção de água e a circulação de ar sobre a terra.

Mas, como somos pessoas criativas e a favor de um mundo mais verde, sabemos que há muitas praças e jardins que, durante as nossas caminhadas, adorariam receber o incentivo de um adubo natural, não é mesmo?

Se você gostou desse conteúdo compartilhe! E se tiver outras dúvidas quanto ao universo do café, entre em contato conosco.

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Café em grãos: Onde comprar

Quando o café é uma paixão, qualquer desculpa serve para provarmos uma boa xícara. Em especial quando o café em grãos é moído na hora, proporcionando uma experiência (blend) ainda mais aromática e saborosa.

Pode ser que o inverno nos inspire a consumir mais xícaras de café e isso é ótimo. Ou talvez seja apenas mais uma desculpa, afinal apaixonados por café como nós bebem tanto quanto no verão. De qualquer forma, à medida que consumimos o produto, vamos refinando nosso apreço e descobrindo mais nuances da bebida. Nada se compara ao café em grãos moído na hora, servido bem quentinho.

A primeira vantagem de consumir café em grãos é o sabor. O blend se revela de forma delicada a princípio e vai ficando encorpado, mas não queimado, conforme degustamos. Notas cítricas, ou frutadas, amadeiradas. Brincamos de investigadores do sabor. E o retrogosto? Principal diferença entre os cafés convencionais comprados em pó em grandes mercados e magazines.

Café Tradicional x Café Gourmet (Especial)

Aliás, é por isso que as grandes cadeias comerciais também passaram a comercializar café em grãos. Pois, com a facilidade dos moedores caseiros, o grande varejo percebeu que estava deixando de lado uma fatia interessante do mercado consumidor de café. Ainda que nem todos os lugares ofereçam cafés especiais. Ainda.

De acordo com a ABIC – Associação Brasileira da Indústria do Café – 9 entre 10 brasileiros acima de 15 anos consomem café. O consumo doméstico é de 90% do café tradicional, ou seja, em pó e sem grandes preocupações com blend, contendo, além do grão, quem sabe?? outros insumos durante o processo de moagem.

Contudo, os cafés especiais ou gourmets seguem como grande aposta de vários players do mercado. Desde 2016, o lançamento de grandes marcas em café em grãos e em produtos Premium tem colaborado para o crescimento do mercado, que gira em 10% a cada ano (Pesquisa ABIC/ Café Premium no Brasil). Entretanto, são os produtores menores que têm se destacado, pois ofertam produtos realmente exclusivos.

Leia também: Café em grãos ou moído: definindo preferências

Entre os cafés especiais, além do blend diferenciado, outras preocupações ganham espaço, já que somente o produtor em menor escala pode se ater. Desde o plantio do tipo de grão (Bourbon, Catuaí, entre outros), ao cuidado na torrefação e moagem. Tudo importa e interfere no sabor final.

E onde compro café em grãos gourmet ou especiais?

Embora haja alguma variedade de oferta de café em grãos nos supermercados, especialmente nas regiões metropolitanas, e também na internet através de e-commerce especializados, o melhor local de compra são as cafeterias ou diretamente com os produtores, como a Supremo Arábica.

Isso porque as cafeterias e os produtores são especialistas no assunto! E já que estamos falando de produtos de uma categoria diferenciada, isso não significa necessariamente que eles sejam muito mais caros, o mais adequado é conversar e comprar de quem realmente entende do assunto.

É importante dizer que aquele mito de que o café bom brasileiro só é exportado ficou no passado. Assim como o mercado de vinhos já se estabeleceu mundialmente, atendendo desde o consumo popular até os gostos mais exigentes, o mercado do café está seguindo o mesmo caminho. No Brasil e no mundo.

E já que o nosso país é o principal produtor mundial da mercadoria, é até estratégico que os cafés especiais passem primeiro por uma aprovação local antes de cruzar os limites geopolíticos. Aliás, uma dica: Café em grãos tem validade maior do que o em pó quando armazenado adequadamente.

Preparando o café em grãos

Baristas recomendam que sempre é preferível comprar café em grãos e moer em casa, no equipamento adequado. O moinho manual, por exemplo, é muito procurado para uso caseiro, mas pelo tamanho compacto, também é perfeito para ser utilizado em diversos locais, como no trabalho ou até em viagens.

Entre seus benefícios estão o preço e a uniformidade na moagem do grão, além da facilidade: basta montar a máquina, colocar o café no compartimento indicado e girar a manivela para moer os grãos. Dentre os diversos produtos que a Supremo Arábica oferece, o moinho manual é um deles.

Mas, se você não tiver moedor, os especialistas indicam que recorra à cafeteria onde comprou o grão e peça para o barista prepará-lo.

Contudo, na internet há quem dê dicas de moer com o liquidificador. Não é o ideal, certamente, mas ajuda quem está começando a se deliciar no universo coffee lover.

Em linhas gerais:

– Não moa o pacote todo de uma vez. O ideal é moer somente o que for consumir.

– O café em grãos preserva os atributos e nutrientes melhor em grãos do que moído.

Moer no liquidificador:

– Faça uma boa higienização do copo do liquidificador para o café não absorver os odores ou gostos dos alimentos processados anteriormente;

– Despeje no copo do liquidificador apenas a quantidade que deseja moer ou até cerca de 2 xícaras de chá do grão. Se quiser moer uma quantidade maior, fracione em pequenas porções;

– Bata por 15 segundos e pause. Agite o copo do liquidificador para ajeitar os grãos e possibilitar uma moagem mais uniforme. Bata novamente. O processo deve ser repetido até que todo o produto esteja com a moagem desejada.

Café em grãos moído, e agora?

O café recém moído deve estar perfumando a sua casa ou estabelecimento nesse momento. Que delícia! Portanto, hora de fazer a nossa bebida preferida. Esse processo pode ser feito através da filtragem, percolação, prensagem ou pressão, e cada método vai extrair um sabor diferente do grão.

Filtragem:

                – Processo tradicional, realizado através de filtros de papel ou pano. Esse método tem se aprimorado, a exemplo do Hario V60, queridinho dos coffee lovers e que pode ser encontrado entre os produtos da Supremo Arábica. Ele consiste no preparo do café coado, mas é muito mais do que isso. Seu porta-filtro contém linhas em espiral internamente, o que expande o café durante a coagem, além de oferecer uma abertura grande na saída, que ajuda a controlar a velocidade do processo. O resultado: uma bebida limpa, sem aquele pó indesejado.

Percolação:

– Ou também conhecido como café italiano, onde um equipamento é posicionado na boca do fogão e a água que está na parte de baixo da cafeteira entra em ebulição, pressionando o café moído, resultando na bebida quente na parte superior.

Prensagem:

– Ou conhecido também como prensa francesa, que extrai o café por inteiro, oferecendo uma consistência mais densa. Em um recipiente de vidro se coloca o café moído, de preferência um mais grosso, misturado com água quente. Deixe descansar por alguns segundos e introduza o filtro pressionando o êmbolo, que irá separar o pó do café da bebida. Esse processo não utiliza filtros de papel ou energia elétrica, se mostrando bem simples, econômico e prático, mas sem perder a essência do produto: um café ainda com seus óleos e sedimentos naturais.

Pressão:

– O tradicional café expresso. Neste caso, o café é moído na hora e acondicionado num filtro que sofre uma pressão de água a 90ºC, com a força de 9kg/15kg por aproximadamente 30 segundos, resultando numa bebida cremosa e extremamente aromática.

Existe certo ou errado no consumo de café em grãos?

O consumo errado do café é deixar de toma-lo. Nada é mais dolorido para um coffee lover do que encontrar no armário um produto com validade vencida ou embolorado – o que acontece se tiver contato com umidade por tempo demasiado. Desta forma, o café em grãos é a melhor pedida, pois dependendo do produto e das condições de armazenagem, ele pode durar uns bons meses.

Um apreciador de café gosta de novidades em termos de sabor, cor e aroma. Caso queira fazer bonito e agradar uma pessoa especial, presenteie com café em grãos, pois é a melhor e mais fácil forma de acertar.

Se tiver alguma dúvida quanto aos produtos da Supremo Arábica, entre em contato conosco. Teremos imenso prazer em atender você.

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Quais são os tipos de café?

Será que existem tipos de cafés ideais para cada momento da nossa vida? Pesquisamos e descobrimos que não há regra, mas há preferências. Vamos a elas?

Por curiosidade, você algum dia já teve a oportunidade de observar o arbusto do café? Talvez você também fique tão curioso quanto nós, como foi que alguém teve a brilhante ideia de torrar a “semente” daquela frutinha vermelha. Como se chegou à conclusão de que aquele grão, torrado e moído se tornaria uma bebida tão cheia de encantos e que hoje poderíamos desfrutar de vários tipos de café?

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Café em grãos ou moído: definindo preferências

Café em grãos

Café em grãos, moído na hora, já não é algo tão incomum assim. Antigamente, talvez fosse algo próximo ao produtor ou locais especiais. Hoje já há um considerável sortimento de ferramentas e maquinários que possibilitam aos apreciadores de café degustar uma xícara da bebida de melhor qualidade. Mas será que o café em pó tem seus dias contados? Provavelmente não.

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10 Curiosidades sobre o café

curiosidades sobre o café

De fato, o brasileiro tem a cultura do café. Do Oiapoque ao Chuí, literalmente, é possível encontrar uma xícara de café para ser servido bem quentinho. Porém, 95% das pessoas consomem café de coador. Até aí, nenhum crime, porém, será que esses consumidores não têm curiosidades sobre o café que ampliam a vontade de provar outros blends?

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O que é um Blend?

Um blend de café é uma composição de grãos diferentes. Assim como os vinhos…

Um blend de café é uma composição de grãos diferentes. Assim como os vinhos tem o seu assemblage ou corte, os grãos de café podem ser misturados para obter o máximo de variedade e qualidade na xícara.

Essa mistura pode ser feita entre diferentes tipos de grão ou entre cafés de regiões do mundo todo.

O blend é, portanto, uma miscelânea e não uma composição de partes homogêneas.